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Seguro de Vida: Como Proteger Quem Você Ama e Por Que Pensar Nisso em Junho

Junho é o mês do amor, e poucas formas de demonstrar cuidado são tão concretas quanto garantir o futuro de quem fica. Pensar em seguro de vida pode parecer um assunto distante, mas ele é, no fundo, um gesto de afeto: a certeza de que a sua família terá tranquilidade financeira mesmo diante do inesperado. Neste artigo, você vai entender como funciona essa proteção, quais coberturas existem e como definir o valor ideal para o seu momento de vida.
Mais brasileiros estão escolhendo se proteger
A preocupação com o amanhã tem crescido. Os seguros de pessoas, categoria que inclui essa proteção, somaram R$ 78,8 bilhões em prêmios em 2025, alta de 8,3% sobre o ano anterior, segundo a Fenaprevi com base em dados da Susep. Essa modalidade representou cerca de 49% de tudo o que foi arrecadado no segmento.
O crescimento apareceu nas duas pontas: a modalidade individual avançou 14,1% e a contratada em grupo pelas empresas subiu 10,6% no ano. Isso mostra uma base de proteção cada vez mais ampla, presente em diferentes perfis de renda.
Mais importante do que os números é o que eles significam na prática: em 2025, as seguradoras pagaram R$ 17,5 bilhões em indenizações às famílias, e mais da metade desse valor foi destinada justamente a quem havia contratado esse tipo de cobertura. São recursos que chegaram em um dos momentos mais difíceis da vida dessas pessoas. Para se ter ideia da dimensão do setor, a Confederação Nacional das Seguradoras projeta uma arrecadação de R$ 808 bilhões em 2026.
O que o seguro de vida cobre
Diferente do que muita gente imagina, a proteção vai muito além da indenização por morte. Um bom contrato pode incluir:
- Morte por causas naturais ou acidentais.
- Invalidez permanente por acidente.
- Cobertura para doenças graves, como câncer e infarto.
- Assistência funeral, que poupa a família de despesas no pior momento.
- Antecipação de valores em vida, disponível em alguns planos.
Cada cobertura pode ser ajustada conforme a sua necessidade e o seu orçamento. Vale saber, ainda, que existem duas grandes formas de contratação: a individual, feita diretamente por você e com coberturas personalizadas, e a coletiva, geralmente oferecida pela empresa como benefício, com condições facilitadas para o grupo.
Como definir o valor ideal da sua cobertura
Não existe número mágico, mas existe um bom ponto de partida. Pense em quanto a sua família precisaria para manter o padrão de vida por alguns anos, somado às dívidas em aberto, como financiamentos, e a objetivos importantes, como a educação dos filhos. Uma referência comum é contratar um valor equivalente a cinco ou dez vezes a sua renda anual.
A escolha dos beneficiários também merece atenção: você decide quem recebe a indenização, e essa definição pode ser revista sempre que a vida mudar.
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Por que junho é o momento de pensar no seguro de vida
O Dia dos Namorados nos lembra de cuidar de quem amamos, e amparar financeiramente o parceiro ou a família é uma das formas mais duradouras de demonstrar esse cuidado. Presentes passam, mas a tranquilidade de saber que os seus ficarão protegidos permanece.
Vale lembrar que, segundo a Fenaprevi, a maioria dos brasileiros adultos ainda não possui seguro de vida. Ou seja, há muito espaço para transformar boa intenção em proteção real, e o primeiro passo costuma ser mais simples do que parece.
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